domingo, 23 de setembro de 2012

Cabadim, Cabadim, Cabadim...



- 28 / 05 / 2012-


Com a greve em todas as Universidades Federais, a profª Wlad propois que durante a greve, as segundas-feira, dias de sua aula, que nós ( alunos ) fizesemos jogos teatrais, e que esses jogos seriam propostas dos próprios alunos, e que valeriam como atividade complementar, isso até o final do bimestre ou até a greve acabar .
Nesse dia em especial, tivemos a presença do Dário Jayme, que sugeriu vários jogos um deles se chamava Cabadim, um jogo que trabalha a respiração. O jogo é composto por duas equipes, um participante tem que entrar no lado do adversário, e quando ele entra, o mesmo tem que falar a palavra Cabadim por várias vezes em uma única respiração.
Esse foi um dos  jogos  proposto, apartir dele, outros jogos surgiram, e todos com o objetivo de trabalhar a respiração, memória, criatividade e trabalho em equipe. Resultado, nós nos divertimos muuuuito!!!

    

O Tempo não Para, Mesmo com a Greve.



-21 / 05 / 2012-


Penúltimo seminário, depois de semanas de apresentações, chegou a minha veis, ( ops! ), quero dizer, minha não, nossa, ou seja, da minha dupla , a Kahwana. Seria um dia de aula considerado "normal", porém as Universidades entraram em greve por tempo indeterminado, mais mesmo com a paralização a profª Wlad deu continuidade a esse trabalho. 
Depois de pensarmos em dois autores, decidimos falar sobre um dos maiores poetas/ cantor/ compositor que esse país já teve, e ele se chama Agenor , mais conhecido como CAZUZA. Eu fiquei tão feliz em falar de um artista que até hoje eu admiro, e fazer a Kawana conhecer melhor não só o artísta, mas a pessoa que ele era. E o nosso foco foi fazer justamente esse, de fazer os nossos colegas conhecer toda a Trajetória desse artista.  Em seguida outras duplas, como Marcilene e Rafaelle falando de Chico Xavier, Regiane falando de Eneida de Moraes, e em seguida Leonardo apresentando Clarice Lispectro.








Essa foi a Música que nós apresentamos:

Codinome Beija-Flor: 

Cazuza.

Pra que mentir
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou

Pra que usar de tanta educação 
Pra destilar terceiras intenções 
Desperdiçando o meu mel
Devagarzinho, flor em flor
Entre meus inimigos, beija- flor

Eu protegi o teu nome por amor
Em um codinome, Beija- flor
Não responda nunca, meu amor
Pra qualquer um na rua, Beija- flor

Que só eu que podia
Dentro da tua orelha fria 
Dizer segredos de liquidificador

Você sonhava acordado
Um jeito de não sentir dor 
Prendia o choro e aguava o bom do amor
Prendia o choro e aguava o bom do amor. 





Ôh de Casa!



- 18 / 05 / 2012-


Hoje foi o dia da visita na casa da Kahwana, como eu não sei onde ela mora, ficamos de se encontrar em frente ao shopping Pátio Belém, e de lá fomos até a sua casa. Um dos momentos especiais dessa visita,  foi conhecer a sua avó, uma senhorinha muuuuito simpática que me recebeu super bem, eu cheguei até a almoçar conversando com ela, e eu e a Kahwana depois aproveitamos para terminar o nosso trabalho que iremos apresentar nos próximos dias.

Uma Palavra: Eclético.



- 14 / 05/ 2012-

As apresentações dos seminários nos lava a conhecer melhor artistas de todas as áreas, e esse trabalho se resume na palavra, Eclético, e hoje mais do que nunca, conhecemos um pouco da vida e obra de nomes como Levi Hall de Moura, Renato Russo, Marcelo Camelo, Arnaldo Antunes, Sérgio Jokemam e Albert Einstein, um prato cheio para todos os gostos, então, sirva-se!



Um corpo, um Lençol e 30 Imagens.




- 07/ 05 /2012-

O nosso dever de hoje foram as tão faladas e temidas 30 imagens com o nosso objeto, o lençol. Eu conseguir fazer 26 em sala de aula, e completei as outras 4 que faltavam, cada imagem é uma interpretação.

Aqui estão as minhas 30 Imagens:





























Dia de Visita.



- 30 / 04 /2012-


Não houve aula hoje, porque a proª Wlad deu o dia de hoje para fazermos a visita na casa da nossa dupla/par do trabalho, mas infelismente não deu para eu ir na casa da Kahwana, e deixamos para outro dia. Mais para aproveitar o dia, eu fui pesquisar sobre o nosso seminário. 


A emoção estava Ali.


- 23 / 04 / 2012-


Hoje, damos continuidade nas apresentações da cena do nascimento com a Gláucia, como a disciplina Trajetória do Ser trabalha muito o nosso lado emocional , a aula de hoje não foi diferente, a apresentação do Melk  foi uma das mais emocionante. A forma como ele usou o lençol foi tão especial que não teve como não se emocionar , foi tão intenso que não teve um colega de turma que não se envolvesse com a sua cena e sua história.




Aprenda a Jogar.

- 16 / 04 / 2012-

A aula iniciou com o seminário do Fabrício falando de Joseph Campbell e Fernanda, falando do Arquiteto das curvas Oscar Niemeyer, e em seguida a dupla Raimunda e Gabriela narrando a vida e obra de Manuel de Barros.
Um dos momentos mais interresantes dos seminários foi o da Raimunda e Gabriela, que no início fizeram um jogo com a turma usando o lençol ( material indispensável nessa disciplina) e um objeto. Elas usaram de um artifícil simples, mais tão interresante que até então não tinha sido usado nesse trabalho, mas a falta de disciplina e consentração da turma, esse jogo para muitos, passou despercebido, uma pena que a turma não soube jogar, mas sem dúvida para mim, foi um dos melhores trabalhos apresentados.

Movendo o coração.

- 09 /04 /2012-


Damos continuidade nas apresentações dos seminários,com Elise Vasconcelos e Brenda Reis falando do escritor Manuel Bandeira, e com a dupla Andreza Pinto Falando do escritor Paraense Ramon Stergman e em seguida, Allan Jones contando a trajetória da contora Bjork. Houve um momento no seminário do Allan em que a turma que é considerada bastante agitada, teve uma reação de " relachamento" ouvindo a música que ele escolheu para apresentar. A música se chama " Vírus", e é cantada pela cantora Bjork. É uma bela música que contaminou à todos.
Após o intervalo a proª Wlad passou um novo exercício chamado "Movendo o Coração", e perguntou quem queria participar, e de imediato o Marcello se ofereceu o participar. A proª não explicou com detalhes o exercício, só pediu que ele escolhece alguns colegas de turma para representar a sua família ( Pai, Mãe, Irmãos,Tios, etc). Marcello sob o comando da proª, com calma ascolheu, e eu fui escolhida por ele para representar a sua Tia.
Aos poucos as emoções foi tomando conta de todos, principalmente do Marcello que ao olhar a cena, não conteve as lágrimas e, simplesmente chorou. Refletir sobre o que aconteceu em sala, foi o nosso dever hoje, sem medo ou vergonha de chorar, até porque história temos e empre vamos ter para mover o nosso coração.



Numa manhã do Dia 27 de Janeiro...

-02/ 04/ 2012-

Iniciamos a aula com apresentação do seminário de Adilson Pimenta e Vitória Cordovil falando do históriador Eric Hobawn, e em seguida, Glaúcia Pinto e Bernard Freire falando de Caio Fernando A breu. E para dar continuidade a aula, a profª Wlad iniciou um exercício que ela já tinha comentado nas aulas anteriores. A cena do nosso nascimento.
Aqui está ( um pouco ) do que aconteceu no dia em que eu nasci.



D. Maria Elizete, saia do banho quando se uma forte contração, na sua gestação de nove meses, ela então foi até o quarto onde seu marido estava dormindo e o chamou:
- Jorge acorda, eu acho que a minha bolsa estourou...

Seu marido então, levantou, arrumou as malas e seguiu para o hospital. Muito ansioso queria saber logo o sexo do bebê, mais a certeza que nasceria um menino era tanta que ele comprou vários brinquedos e levou para a maternidade, mais para a sua surpresa, nasceu uma menina. 
Um pouco frustrado, mais feliz porte nascido com saúde, ele logo a batizou com o nome de Luiza, em homenagem a sua " musa" Luiza Brunet, uma modelo muito famosa na época. Sua esposa com ciúme não aceitou, e ela a batizou com um nome que antes tinha visto em uma revista, e esse nome era Érika, Érika com K, e assim eu fui batizada.

Esse é um breve resumo do meu nascimento, mas se você acha que eu fui a personagem principal nesse trabalho apresentado em sala, se engana. Eu fui a coadjuvante, a " estrela" mesmo foi o meu lençol, que com ele eu dei formas e até fui outros personagens, e ele foi fundamental  para dar vida em uma história muito importante para mim. Então, hoje, o lençol faz parte de mim, eu sou ele e ele sou eu.