domingo, 23 de setembro de 2012

Numa manhã do Dia 27 de Janeiro...

-02/ 04/ 2012-

Iniciamos a aula com apresentação do seminário de Adilson Pimenta e Vitória Cordovil falando do históriador Eric Hobawn, e em seguida, Glaúcia Pinto e Bernard Freire falando de Caio Fernando A breu. E para dar continuidade a aula, a profª Wlad iniciou um exercício que ela já tinha comentado nas aulas anteriores. A cena do nosso nascimento.
Aqui está ( um pouco ) do que aconteceu no dia em que eu nasci.



D. Maria Elizete, saia do banho quando se uma forte contração, na sua gestação de nove meses, ela então foi até o quarto onde seu marido estava dormindo e o chamou:
- Jorge acorda, eu acho que a minha bolsa estourou...

Seu marido então, levantou, arrumou as malas e seguiu para o hospital. Muito ansioso queria saber logo o sexo do bebê, mais a certeza que nasceria um menino era tanta que ele comprou vários brinquedos e levou para a maternidade, mais para a sua surpresa, nasceu uma menina. 
Um pouco frustrado, mais feliz porte nascido com saúde, ele logo a batizou com o nome de Luiza, em homenagem a sua " musa" Luiza Brunet, uma modelo muito famosa na época. Sua esposa com ciúme não aceitou, e ela a batizou com um nome que antes tinha visto em uma revista, e esse nome era Érika, Érika com K, e assim eu fui batizada.

Esse é um breve resumo do meu nascimento, mas se você acha que eu fui a personagem principal nesse trabalho apresentado em sala, se engana. Eu fui a coadjuvante, a " estrela" mesmo foi o meu lençol, que com ele eu dei formas e até fui outros personagens, e ele foi fundamental  para dar vida em uma história muito importante para mim. Então, hoje, o lençol faz parte de mim, eu sou ele e ele sou eu.



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